Vem o frio e as ruas molhadas
Não há quem se arrisque
A vagar pelas madrugadas
Folhas valsam com o vento
Em despreocupado movimento
E assim esvaem-se as horas
E despercebido passa o "agora"
Aquecem-se sonhos
Sob cobertas de lã
E não há desatinos
Ou conversas vãs
Na velha caixinha
Amarelam-se cartas
Histórias de amor
Esquecidas e fartas.
Nicole Garrido Saddi
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2 comentários:
Poxa, que lindo, Ninha!!!!
é isso aí priminhaaa
o sangue garrido nas veias...
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