As bravias tempestades
Reduzem-se a poças,
Doces troças
Das nuvens azuis
Sob a eternidade do céu
Brincam com destinos,
Dois pequenos meninos
Que nunca foram réus
Não é preciso ter
Percorrido muitos caminhos
Não é preciso ser adivinho
Para saber que em dias como esse
Não se deve chorar
Tardes quentes de verão
De uma intensidade clara
Que de longe se compara
A um sorriso de perdão
Não está em pergaminho,
Mas todo passarinho
Sabe que em dias como esse
Não se deve chorar.
Nicole Garrido
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