domingo, 16 de novembro de 2008

Passatempo

Incontáveis sorrisos,
Desarmados improvisos.
Enfeites da alma,
Parafraseada em calma

E aquela mania
De observar a macia
Descontinuidade das nuvens

Sem esperar que o tempo
Seja mais que um passatempo,
Um símile de momento.

Já não importam velhos medos,
Desprendi-me de antigos enredos
Não vivo por ninguém

.Nicole Garrido

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