segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Alegorias

Estou desconstruindo metáforas
De narrativas fantásticas
Inventadas por mim e você

Perdida em alegorias,
Tão distante de calmarias
Que nem sei
Sequer onde estou

Mas meu coração em desatino-
Doce riso do destino
Insiste em não se lamentar

E essa ponte que não leva a nada-
Só mais um capricho da estrada
Em que há tantos desvarios,

Assustados rios
De patética solidão
E como são repetitivos
Esses detestáveis ciclos

De cômica tragicidade,
De enorme ansiedade
Por um olhar sequer

Nicole Garrido

Um comentário:

rascunho disse...

noooossaa adorei esse, mas a verdade é essa prima, quando a gente pode externalizar nem que sejam as nossas metáforas da vida, paramos e percebemos a nossa força.. que não são apenas as nossas palavras de agora, mas são as idéias que contróem nossa coragem em dizer..
estou feliz com seu trabalho, sobre modo, excelente!!
bju da lu!