Estou desconstruindo metáforas
De narrativas fantásticas
Inventadas por mim e você
Perdida em alegorias,
Tão distante de calmarias
Que nem sei
Sequer onde estou
Mas meu coração em desatino-
Doce riso do destino
Insiste em não se lamentar
E essa ponte que não leva a nada-
Só mais um capricho da estrada
Em que há tantos desvarios,
Assustados rios
De patética solidão
E como são repetitivos
Esses detestáveis ciclos
De cômica tragicidade,
De enorme ansiedade
Por um olhar sequer
Nicole Garrido
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Um comentário:
noooossaa adorei esse, mas a verdade é essa prima, quando a gente pode externalizar nem que sejam as nossas metáforas da vida, paramos e percebemos a nossa força.. que não são apenas as nossas palavras de agora, mas são as idéias que contróem nossa coragem em dizer..
estou feliz com seu trabalho, sobre modo, excelente!!
bju da lu!
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